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Gangorra Alvinegra!

  • Foto do escritor: Admin
    Admin
  • 11 de jul. de 2017
  • 4 min de leitura

Entre uma partida e outra e o nível de atuação oscila como uma gangorra...

Ora tendendo pro lado da organização tática, do bom futebol, da eficiência coletiva. Ora, pende pra a desorganização, pela mediocridade no nível de atuação e do excesso de individualidade.

É aquela história do 8 ou 80. Não há meio termo quando falamos das partidas disputadas pelo Galo em 2017. Vínhamos de dois bons jogos, vitórias sobre Botafogo e Cruzeiro.

Logo em seguida, a vulgaridade do futebol apresentado na Bolívia, contra o J. Wilstermann, pela Libertadores.

No último domingo, novamente um bom jogo contra o alvinegro carioca. Desta feita, pelo Brasileiro.

Entretanto, pelo excesso de individualidade (vaidade), confiança e ineficiência ficamos num empate injusto no Estádio Nilton Santos.

E eu que pensava que vaidade só existia no hino e no comportamento da torcida do outro lado da Lagoa da Pampulha...

Cazares foi mais que vaidoso, foi preciosista. Achou que resolveria tudo sozinho.

Robinho além de impreciso, foi individualista além da conta.

Em ambos os casos, tinham Fred muito melhor colocado e apto a receber o passe. Mas, não recebeu...

Um parêntese (...) Os teóricos conspirativos irão dizer que há um racha no elenco. Que o equatoriano e o pedalada não gostam do Frederico...

Eu mato na caixa e de prima, lhes digo:

Balela!!!

A punição foi justa. O dito popular "Quem não faz, leva" foi mais uma vez posto a prova e se justificou. Gol de Roger, de pênalti, já nos acréscimos da segunda etapa.

É verdade que o Rafael Moura perdeu uma penalidade (que aliás, o senhor Wilton Pereira Sampaio deveria ter mandado voltar pelo fato de Jefferson ter se adiantado), outra não fora marcada em cima de Marlone ainda no primeiro tempo e o gol que o Yago perdeu cara a cara por que ao invés de olhar antes de chutar ao gol, ele bate olhando para o chão.

Resumindo:

O Atlético mandou no jogo, criou inúmeras oportunidades e quando não foi incompetente, foi demasiadamente vaidoso (preciosista).

O desabafo do Marcos Rocha fala tudo. Eu não preciso reproduzir novamente o que ele disse, mas o recado foi claríssimo e destinado aos senhores Robinho e Cazares.

Eu espero que o Roger Machado seja capaz de resolver mais esse abacaxi que lhe é jogado pelo elenco. Antes era a defesa (que a cada jogo melhora sensivelmente), agora a questão da vez são as individualidades do elenco.

E por falar em defesa...

Muito bem os jovens Bremer e Matheus Mancini. Fizeram uma partida bastante segura, com poucas falhas. Além da excelente declaração, ótimo retorno do Marcos Rocha nas quatro linhas. Foi um jogador extremamente tático. Protegendo bem a defesa e dando muita qualidade nas saídas de bola do Galo.

Fábio Santos também fez uma boa partida. Deu muita segurança ao lado esquerdo e foi muito efetivo nos apoios ao ataque.

No meio destaque para o Rafael Carioca

Sim! Aquele quase sempre escolhido pra Cristo por parte da torcida.

Foi muito bem na marcação, deu a qualidade (de sempre) na transição da bola do campo de defesa para o ataque.

Ao contrário dos "entendidos" das redes sociais que o acham prescindível ao time. Eu reafirmo:

É sim indispensável, e titular inquestionável no esquema do Roger Machado.

Rafael Moura

Contestado por parte da torcida no que tange ter pego a bola e batido a penalidade máxima.

Ao meu ver, está salvaguardado de qualquer responsabilidade. Pois, perder um pênalti faz parte do jogo e ninguém está imune a isso.

Se o Robinho é o cobrador oficial, provavelmente se isentou de tal responsabilidade.

Basta ver que em nenhum momento ele se indignou ou requisitou a bola para a cobrança.

Ainda no pacote do penal perdido... (Roger Machado)

Diferentemente de muitos que entendem que o treinador deveria ter intervido e consequentemente ter determinado que o Robinho cobrasse a penalidade, eu não acho que o Roger deva ter atribuída a ele esta condição.

O motivo? O parágrafo anterior explica muito bem. A passividade do camisa 7 atleticano perante a oportunidade isenta totalmente o treinador.

Acredito que o comandante atleticano deve ter tido a percepção de que o Robinho não estava em condições e que Rafael Moura por se prontificar a executar a penalidade estaria em melhor situação.

Um pitaco sobre o Jorge Wilstermann

Libertadores definitivamente não é um torneio qualquer. E quem se classifica para a fase eliminatória merece todo o respeito pois não chegou até então à toa.

Acredito que o resultado da primeira partida seja reversível. Entretanto, não posso cravar se haverá ou não facilidade, em muito pela irregularidade do Atlético.

De modo que, se jogar tudo o que pode e coletivamente o Galo sairá do Horto classificado de forma tranquila. Qualquer coisa diferente disso, a passagem às quartas de final poderá ser conquistada de maneira dramática e desnecessária...

Time por time sou muito mais Galo. Pois a diferença entre os elencos é abissal!

O que esperar do confronto contra o Santos?

Estejam os atleticanos certos de que o confronto com o alvinegro praiano será duro.

Ainda que o time da Vila possa estar desfalcado de mais um titular:

Victor Ferraz (dúvida para o jogo) que pode se juntar a Renato, Lucas Lima e Copete (ausências confirmadas).

O mais importante é vencer a partida pois a sequência de jogos é muito acessível e favorável:

Atlético Goianiense fora (14ª rodada), Bahia em casa (15ª rodada) e Vasco também no Horto pela 16ª rodada.

Que a torcida compareça ao Horto e empurre o Galo para mais uma vitória no Brasileiro! Saudações Alvinegras!

*Foto: Flickr Oficial do Clube Atlético Mineiro


 
 
 
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