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A derrota tem que doer. Mas, em quem?

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    Admin
  • 13 de jul. de 2017
  • 6 min de leitura

Eu deveria falar de futebol mas... "A derrota tem que doer (...)" palavras ditas na coletiva de Roger Machado após mais uma derrota no Horto.

Ok. Doer em quem? Só se for no lombo do torcedor. Que na maioria das vezes, volta PUTO (peço perdão pela palavra) pra casa quando o jogo é válido pelo torneio nacional e na Arena Independência.

Constrangimento talvez somente nas palavras do treinador que precisou em cinco oportunidades, dos sete jogos no Horto pelo Campeonato Brasileiro, justificar empates ou derrotas.

Alguém viu jogador, presidente, diretor, papagaio de pirata em coletiva de treinador (quem lê meus textos sabe de quem estou falando) se pronunciar nesse sentido com mais um insucesso em casa?

A única coisa que eu ouvi depois do jogo foi o jogador Rafael Moura dar uma resposta "velada" ao Marcos Rocha pelas críticas feitas pelo lateral após o empate no Rio de Janeiro contra o Botafogo. Ainda sobre tal declaração, He-Man desmentiu em uma de suas redes sociais que o destinatário seria o camisa 2 atleticano... (acreditas?)

Sobre declarações e apontamentos, eu tenho uma opinião bem contundente a respeito:

Parecem duas crianças, uma direcionando o dedo pra outra esperando que alguém coloque a mão entre eles e diga:

Quem for homem cospe aqui primeiro!

Ridículo! Tanto quanto, é ver essa diretoria medrosa não tomando uma atitude com tamanha crise em curso...

"O Atlético está virando a casa da mãe Joana" como muito bem dito pelo Beto Guerra no seu pós jogo publicado ontem no YouTube. Pra quem não assistiu tá aqui o link: https://www.youtube.com/watch?v=LTRjot5_vu0 Cadê o presidente do Atlético?

Onde está o Superintendente de Futebol, Sr. André Figueiredo?

São eles quem vão (ou já deveriam ter) contestar e cobrar desses jogadores e da comissão técnica? Passou da hora desse presidente COVARDE, virar "HOMEM" uma vez na vida e tomar algumas decisões:

A primeira, fazendo a sua escolha. Ou a PBH ou o Atlético;

A segunda, definindo o que você quer para o clube e um papo reto, sobretudo, aos jogadores:

Se há convicção no trabalho do Roger, banque-o e deixe claro que não haverá tolerância com quem faz corpo mole. Nem que pra isso seja preciso afastar ou rescindir contratos.

Agora se não for pra dar respaldo a continuidade desse ou qualquer outro trabalho, continue a demitir essa e outras comissões técnicas e permaneça até o fim com seus jogadores mimadinhos.

Agora um aviso:

Se optar por ceder aos apelos de troca ou pelo bico dos jogadores, não nos venha com campanhas pedindo a ajuda ao torcedor por que estamos de saco cheio tá ouvindo?

Os atleticanos estão se "sacrificando" para acompanhar o time nos estádios, suando para fortalecer o programa de sócio-torcedor e manter as mensalidades em dia em troca do quê? Dessa bagunça em que se encontra o Galo? Não mesmo!

Eu, dentro da minha influência junto a massa por meio deste blog, empunho a bandeira da máxima vigilância e cobrança (sem violência, como se fosse necessário pedir) a toda a diretoria. Não só ao presidente, mas a todos que estão frente a gestão do Atlético.

Como ato inicial deste movimento, peço a todos que concordarem com meus argumentos, que compartilhem e divulguem esse manifesto (post) pelo Twitter o direcionando a:

@dan_nepomuceno, @domenicobhering, @gropen e @lasarocunha.

O intuito é de fazer com que a minha (nossa) insatisfação, já que acredito ser a de muitos, chegue àqueles que estão a frente do Clube Atlético Mineiro.

Só a diretoria é responsável pelo momento do clube? Obviamente que não. É inegável que Roger e sua comissão tem sua parcela, a medida que comete erros de avaliação quanto aos níveis de entrega de cada atleta, a formação tática e a condição técnica do elenco.

Ainda sim, se o treinador peca por insistir em demasia, acerta por não se omitir frente as dificuldades.

Ou seja, trabalho no CT não falta.

Os jogadores por sua vez, também têm contribuído significativamente. Muitos estão aquém do que podem.

E infelizmente, tá longe de estar associado a um período de má fase (em que todos estão sujeitos). A questão parece sim ser de má vontade mesmo. Seja com o trabalho do treinador e entre eles mesmos.

Toda essa celeuma criada em torno das críticas bem fundamentadas do Marcos Rocha e a retaliação "velada" a ele por alguns atletas do elenco, é o sintoma evidente de que o ambiente não está bom apesar de todos tentarem nos convencer do contrário em suas coletivas.

A preparação física e fisiológica fazem parte do processo! Quantas já foram as lesões musculares no ano?

Ou alguém será hipócrita o bastante pra dizer que isso não influencia no trabalho do treinador?

Percebam quantos jogadores tiveram de ser pinçados das categorias de base e lançados ao profissional fora das condições ideais. Principalmente, pelo fato de faltar peças para a formação do time.

Falamos de comissão técnica, física, fisiológica, atletas... E aí o pensamento se torna bem lógico.

Todos são funcionários de um clube correto? Numa hierarquia simplificada, são subordinados à uma diretoria certo?

Isso só vem a corroborar com a minha tese onde estabeleço a maior parcela de responsabilidade do atual momento do clube a Diretoria e seus gestores.

Erros que se multiplicam em 2017!

Senão vejamos as falhas do Nepomuceno e sua diretoria:

- Melhor elenco do país

Nunca existiu! Antes de Bremer (que pode e vai evoluir muito) e Matheus Mancini há quanto tempo o Atlético vem sofrendo com a falta de zagueiros no elenco?

E quem chegou, que tal um exemplo: Qual foi o critério para a contratação do Felipe Santana? Técnico é que não foi.

Financeiro? Certamente.

Estava lesionado no Kuban Kranosdar da Rússia e veio sem custos para o Galo.

São com jogadores "gratuitos" que se monta o melhor elenco do país diretoria? Negócios de ocasião vez ou outra tudo bem, mas não pode ser regra como vem sendo. Mudando se setor do campo, cadê o atacante velocista? Tirando o Luan que tem uma lesão crônica, há outro jogador hoje no elenco com essas características? Teremos de recorrer a base novamente pra ver se encontramos? Lembrando que o Capixaba chegou a ser testado, mas infelizmente não deu certo. Provavelmente não está pronto e não pode ser "crucificado" por isso.

- Desequilíbrio entre os setores

Reza a cartilha que pelo número de competições a serem disputadas na temporada o ideal é que o clube tenha no mínimo três atletas como opção por setor. Nem de longe o Atlético teve tal número ainda que contasse com os jogadores formados na base. Observemos o calendário de competições, muitas delas disputadas concomitantemente, do Atlético no ano:

Estadual, Copa da Primeira Liga, Copa Libertadores da América, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.

Faça uma autocrítica: O Galo tem jogadores em número e qualidade suficiente para todas estas competições? Ainda mais com o ideal de conquista de todas elas por parte da diretiva e da exigência de tal da torcida atleticana?

- Qualidade

Além de desequilibrado, o elenco atleticano não está nivelado quanto a qualidade técnica.

Isto, quando comparamos titulares e reservas imediatos. A discrepância no elenco é tão evidente que querendo ou não, dificulta o trabalho de qualquer comissão técnica. Principalmente, quando se tenta alinhar um estilo definido de atuação do time independente das peças em campo.

- Falta de planejamento

Culpam o calendário, mas quem atesta e assina o calendário das competições propostos pela Federação Mineira, na CBF e na CONMEBOL? Sim, eles mesmos os diretores do clube.

Não era segredo pra ninguém a quantidade de jogos e as competições em que o Atlético estaria presente durante todo o ano. Em face disto, o clube se preparou?

A resposta é tão óbvia quanto 2 + 2 = 4.

Ou seja, não!

Não contratou conforme a ocasião pedia. A melhor ilustração possível é o Alex Silva que teve que retornar para o Atlético (emprestado ao América) devido as lesões de Marcos Rocha e Carlos César.

Nada na diretoria presta?

Certamente que não! Os erros avaliativos da direção não podem ofuscar os acertos que ela tem.

Sobretudo, os de cunho administrativo-financeiro.

O equacionamento das dívidas, o refinanciamento dos débitos com a União, os salários e premiações em dia, o fortalecimento da marca, o aumento nas receitas com patrocínios, a criação e o fortalecimento dos equipamentos do clube como a Cidade do Galo, nossa provável arena dentre outros.

São feitos espetaculares da gestão Alexandre Kalil e que tiveram continuidade com o Daniel.

E por justamente oferecer tamanha estrutura e condição de trabalho, é que a atual diretoria precisa se fazer mais presente nas relações.

Tamanho esforço não condiz com os resultados que hoje são apresentados em campo. E por isso, é preciso cobrança.

E a nós torcedores cabe exigir de quem administra o clube, a mudança de postura de que entra em campo e veste a nossa camisa.

Pra encerrar fico com as palavras do Kalil e que deveria servir de elemento norteador a gestão atual e aos descontentes no clube. Sejam eles jogadores, integrantes de comissão técnica, física, fisiológica ou quem for.

"No Atlético é o seguinte:

do porteiro ao presidente, se tiver ruim, é só pedir pra ir embora. Sem drama e sem conversinha." - Alexandre Kalil

Saudações Alvinegras!


 
 
 
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